Embora o acesso à Internet seja difundido entre os estudantes, os recursos tradicionais de aprendizagem, como livros, ainda são predominantes. Aliás, a leitura tem sido de modo geral o mecanismo básico de aprendizagem dos estudantes: os recursos digitais são utilizados de modo a emular a aprendizagem tradicional, pautada na leitura (através de livros digitais, periódicos e revistas científicas online). Recursos diversos como programas ainda representam uma pequena porção dos utilizados.
Recentemente, muitos autores têm chamado a atenção para os novos mecanismos e processos educacionais, menos pautados na figura do professor e no ensino, a responsabilidade da aprendizagem ficando a cargo do aprendiz, com seus processos pessoais e subjetividade. Em face dessa condição, torna-se importante dentro das instituições de ensino superior a mudança de foco do ensino tradicional para processos mais construtivistas e colaborativos de aprendizagem.
Tem sido advogado que a chave para o ensino-aprendizagem está nas relações que se estabelecem entre os elementos do triangulo interactivo: o conhecimento, a atividade instrucional do professor e a atividade de aprendizagem dos alunos. Desse modo, ao identificar entre os estudantes técnicas de aprendizado seriado e tradicional, é possível supor que isso ocorra em função de uma relação didática estabelecida entre aluno e professor em que esse último é tomado como detentor do saber e o primeiro como receptor. Em suma, é possível especular que os professores têm agido pouco no sentido de fomentar relações diferenciadas e autônomas entre o estudante e o conhecimento.
Alguns trabalhos, inclusive, têm demonstrado que no contexto latino americano de educação superior, os docentes têm utilizado as TIC apenas como recurso de apoio e não como parte essencial do processo de ensino e aprendizagem, ocasionando uma baixa adesão dos estudantes aos recursos pedagógicos fornecidos pelas novas tecnologias e um aprisionamento a métodos tradicionais de estudo. No caso do IHAC/UFBA, infelizmente, ao contrário da proposta pedagógica inovadora para o ensino de graduação, identifica-se que os estudantes parecem não inovar com relação às práticas de estudo, cuja ênfase ainda é na informação presente em livros, periódicos científicos, material fotocopiado, condição agravada pela pouco expressiva utilização de outros meios mais interativos no processo de aprendizagem, o que representa uma grave contradição com o perfil do estudante e o do egresso preconizados na concepção dos Bacharelados Interdisciplinares.
Embora uma possível causa para esse quadro seja a pouca familiaridade dos docentes com a aplicabilidade das TIC nos contextos educacionais, conforme demonstrado na literatura internacional, é preciso conduzir um estudo junto aos professores para identificar suas atitudes e comportamentos com relação a essas tecnologias.
Tem sido advogado que a chave para o ensino-aprendizagem está nas relações que se estabelecem entre os elementos do triangulo interactivo: o conhecimento, a atividade instrucional do professor e a atividade de aprendizagem dos alunos. Desse modo, ao identificar entre os estudantes técnicas de aprendizado seriado e tradicional, é possível supor que isso ocorra em função de uma relação didática estabelecida entre aluno e professor em que esse último é tomado como detentor do saber e o primeiro como receptor. Em suma, é possível especular que os professores têm agido pouco no sentido de fomentar relações diferenciadas e autônomas entre o estudante e o conhecimento.
Alguns trabalhos, inclusive, têm demonstrado que no contexto latino americano de educação superior, os docentes têm utilizado as TIC apenas como recurso de apoio e não como parte essencial do processo de ensino e aprendizagem, ocasionando uma baixa adesão dos estudantes aos recursos pedagógicos fornecidos pelas novas tecnologias e um aprisionamento a métodos tradicionais de estudo. No caso do IHAC/UFBA, infelizmente, ao contrário da proposta pedagógica inovadora para o ensino de graduação, identifica-se que os estudantes parecem não inovar com relação às práticas de estudo, cuja ênfase ainda é na informação presente em livros, periódicos científicos, material fotocopiado, condição agravada pela pouco expressiva utilização de outros meios mais interativos no processo de aprendizagem, o que representa uma grave contradição com o perfil do estudante e o do egresso preconizados na concepção dos Bacharelados Interdisciplinares.
Embora uma possível causa para esse quadro seja a pouca familiaridade dos docentes com a aplicabilidade das TIC nos contextos educacionais, conforme demonstrado na literatura internacional, é preciso conduzir um estudo junto aos professores para identificar suas atitudes e comportamentos com relação a essas tecnologias.
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